"Supremo Conselho do 33º Grau dos Estados Unidos da América"

Em 31 de maio de 1801, os Irmãos John Mitchell e Frederick Dalcho anunciaram a fundação, em Charleston, Carolina do Sul, EUA, no 33º paralelo da Terra, do "Supremo Conselho do 33º Grau dos Estados Unidos da América".
Sob o lema "Deus meumque Jus", estabeleceu-se a “Ordo ab Caho”, "Ordem a partir do caos". Em 1802, Dalcho preparou um Livro de Ouro (atualmente guardado na Biblioteca Nacional de França) assinado por Mitchell, onde constavam os nove fundadores do Supremo Conselho Mãe do Mundo. A lista de fundadores inclui os Irmãos Coronel John Mitchell, Dr. Frederick Dalcho, Abraham Alexander, Emanuel de La Motta, Major Thomas B. Bowen, Israel de Lieben, Dr. Isaac Auld, Augustus de Grase Tilly e Jean-Baptiste M. Delahogue.
O Supremo Conselho para Portugal dos Soberanos Grandes Inspectores Gerais do 33.º e Último Grau do REAA saúda todos os Irmãos que praticam o REAA pelo seu 225º aniversário. 
Não esqueçamos as origens francesas do Rito e do Rito da Heredom, ou da Perfeição, que foi o embrião deste consagrado sistema de Altos Graus Maçónicos.

FESTA DA ORDEM 2026

O Supremo Conselho para Portugal dos Soberanos Grandes Inspectores Gerais do 33º e Último Grau do REAA esteve em festa nos dias 10 e 11 de Abril, celebrando a fraternidade universal do Escocismo.

A Festa da Ordem, como tradicionalmente a designamos, decorreu em ambiente de forte calor humano, reunindo Irmãos de vinte e dois países.

O programa desdobrou-se em dois momentos distintos. No dia 10, a fraternidade ibérica manifestou-se na realização de uma sessão do Soberano Capítulo Rosa-Cruz Ibéria, nº 11, sob a jurisdição dos Supremos Conselhos para Portugal e Espanha, seguida de um espaço musical e de poesia, com o caloroso virtuosismo do Irmão António Saiote, no clarinete, e a força dramática do Irmão Francisco  de Pina Queiroz na declamação de um eclético conjunto de poemas.

O dia seguinte foi de profunda confraternização. Pela manhã todos os Irmãos e acompanhantes tiveram oportunidade de apreciar a beleza da cidade de Lisboa e de alguns dos seus monumentos mais significativos, num périplo que a todos encantou.

A tarde foi preenchida com uma sessão solene onde, o Vice-Grão Mestre, M R Ir Bruno Loureiro Gonçalves, as vinte e uma delegações estrangeiras e os representantes dos Corpos Rituais de Jurisdição Portuguesa foram  recebidos em ambiente de  uma profunda e fraternal amizade.

Momento alto da sessão da tarde foi o da entrega de Diplomas de Membros de Honra do Supremo Conselho para Portugal aos Soberanos Grandes Comendadores do Perú, do México, da Hungria, da República Checa e da Grécia, da entrega de Diplomas e barretinas da Grã Cruz da Corte de Honra ao Soberano Grande Inspector Geral Victor Manuel Gabão Veiga, 33.º, e aos Grandes Inspectores Gerais António Gabriel Cupertino Marques, 33.º e Octávio Ramos Pimenta Sousa, 33.º e de medalhas de mérito aos Irmãos que se distinguiram pelo seu trabalho em prol do escocismo e do Supremo Conselho para Portugal.

O dia terminou com um ágape em honra das senhoras e dos visitantes.

Às delegações dos Supremos Conselhos da Espanha, da Bélgica, do Brasil, do Perú, do México, da Turquia, do Paraguai, da Hungria, da Itália, da Roménia, da Sérvia, da República Checa, da Áustria, da Alemanha, do Luxemburgo, da Rússia, da Eslováquia, do Azerbaijão, da França, da Guiné Conakry e da Grécia, vai o nosso profundo agradecimento.

Saudação do Aniversário do MR Grão Mestre da Grande Loja Legal/Regular de Portugal, Ilustrissimo Irmão Paulo Rola, 33º

AD FRATRES Nº 10 - 2ª Série

Edição 2025 (Solstício Inverno) Revista Semestral do Supremo Conselho para Portugal dos Soberanos Grandes Inspectores Gerais do 33º e Último Grau do Rito Escocês Antigo e Aceite.

Disponível para Dowload na Estante

Festa da Ordem do Supremo Consejo del Grado 33 y Último del REAA para España que teve lugar em Santa Cruz de Tenerife, no passado dia 8 de Novembro.

O Soberano Grande Comendador, Ill Ir Manuel Alves de Almeida, 33º, acompanhado por uma importante comitiva participou na Festa da Ordem do Supremo Consejo del Grado 33 y Último del REAA para España que teve lugar em Santa Cruz de Tenerife, no passado dia 8 de Novembro.

As cerimónias presididas pelo Soberano Grande Comendador, Ill Ir Jesús Soriano Carrillo, 33º, e acompanhadas pelas delegações de vários Supremos Conselhos, incluiram a Coroação de novos Soberanos Grandes Inspectores Gerais e tiveram lugar no histórico Templo Maçónico de Santa Cruz de Tenerife que havia sido reaberto em 27 de Outubro de 2025, após um exemplar processo de reabilitação e recuperação patrimonial.

Durante a cerimónia, o Soberano Grande Comendador, Ill Ir Manuel Alves de Almeida, 33º, teve oportunidade de entregar a Grande Condecoração da Ordem “Major Insignis Ordinis Pisany Burnay” aos Soberanos Grandes Comendadores do Supremo Conselho para Espanha e do Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceite da Maçonaria para a República Federativa do Brasil, respectivamente Ill IIr Jesús Soriano Carrillo, 33º, e Jorge Luiz de Andrade Lins, 33º, pelo zelo, empenhamento e excelência com que apoiaram a nossa Petição para o reconhecimento da retroacção da antiguidade do Supremo Conselho para Portugal que foi apresentada e aprovada na XXI Conferência Mundial de Supremos Conselhos, que teve lugar em Bucareste, Roménia, em Maio de 2025.

Uma imagem com vestuário, pessoa, Cara humana, Oficial

Os conteúdos gerados por IA podem estar incorretos.

 

O Templo Maçónico de Santa Cruz de Tenerife, localizado na Rua San Lucas, está intimamente associado à Maçonaria das Canárias e à Loja Añaza, fundada em 8 de Agosto de 1895, sob os auspícios do Grande Oriente Ibérico e, a partir de 1903, sob a jurisdição do Grande Oriente Espanhol.

Construído entre 1899 e 1902, a sua história reflecte as grandes vicissitudes da Maçonaria em Espanha.

A instauração da ditadura de Primo de Rivera e a perseguição desencadeada contra a Maçonaria fez com que, em 1923, a Maçonaria das Canárias criasse a sua própria Grande Loja na qual Loja Añaza teve o nº 1, resistindo às perseguições que começavam a verificar-se no espaço continental até à insurreição militar do General Franco que, em 15 de Setembro de 1936, dissolveu a Maçonaria e confiscou todos os seus bens.

O Templo Maçónico de Tenerife foi entregue à Falange Espanhola e ao exército vencedor da Guerra Civil que lhe deu várias utilizações até que, em 1990, foi desocupado.

Em 2001, o edifício foi vendido pelo Estado Espanhol ao Município (Ayuntamiento) de Santa Cruz de Tenerife que o restaurou e, em 2007, o declarou “Bien de Interés Cultural”.

Em 2023, foi declarado “Monumento a la Memoria Histórica” pelo Governo das Canárias, sendo oficialmente reaberto em 27 de Outubro de 2025, esperando-se que venha a ser convertido em museu e centro de interpretação da Maçonaria.